
domingo, 30 de dezembro de 2007
Transferindo a dor.
Um casal foi ao hospital para o nascimento do seu esperado bebê. Logo que chegaram o médico obstetra disse que estava testando uma máquina, que poderia transferir a dor do parto para o pai, aliviando assim as terríveis dores do parto da mãe, e o mesmo perguntou se eles gostariam de experimentar a novidade. Ambos acharam a idéia maravilhosa e o médico então, colocou a chave em 10% para começar, explicando que mesmo 10% seria provavelmente mais dor do que o pai jamais havia experimentado antes. Enquanto o trabalho de parto prosseguia, o marido continuou sentindo-se bem e até pediu ao médico que aumentasse a porcentagem de dor, transferida para ele. O médico aumentou para 20%, checou a pulsação e a pressão do marido, que estava normal e ficou impressionado com a forma como ele estava reagindo. Em 50% o marido ainda estava se segurando bem e, vendo que aquilo estava obviamente ajudando sua mulher, pediu novamente ao médico que transferisse para ele toda a dor. A mulher deu a luz, um lindo bebê saudável, sem sentir absolutamente nenhuma dor. Ela e o marido estavam maravilhados com a nova tecnologia! E tudo correu perfeitamente bem, até que eles foram para casa e encontraram o carteiro morto em frente do portão.Computador infalível
Um homem estava sentido uma forte dor no braço direito e resolveu ir ao médico. Chegando lá, o médico anunciou: - Estou fazendo uso de uma técnica revolucionária, utilizando um computador de última geração que dá o diagnóstico de qualquer doença pelo exame de urina, que é colocado em um dispositivo da máquina. O paciente olhou para o médico rindo e disse: - O Senhor me desculpe Doutor, mas eu sou analista de sistemas e nunca ouvi falar nesta nova máquina. Mas, para todos os efeitos, vamos fazer o exame. O paciente entrou para o banheiro do consultório, e trouxe um vidrinho com a amostra da urina. O médico calmamente colocou uma pequena porção na máquina e em 30 segundos saiu uma fita da impressora com o resultado, que o médico leu em alta voz: - João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito. O paciente espantado disse: - Mas eu nem lhe disse o meu nome... Não possível... Não estou acredito neste exame. Gostaria de repeti-lo com uma nova amostra. O paciente colheu a amostra novamente, passou para o médico que colocou no computador e este deu novamente o resultado. " João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito." O paciente virou para o médico e disse: - Doutor, o Senhor não me leve a mal, mas eu gostaria de fazer o exame novamente, mas trazer a urina coletada após o jejum. O médico concordou e combinou encontrá-lo no dia seguinte, naquele mesmo horário. Chegando em casa, o paciente pegou o potinho de urina, pediu a esposa para colocar um pouquinho da sua urina no pote, pediu também à filha, pegou um pouquinho do óleo do motor do carro, bateu uma punhetinha e misturou tudo. Foi para o consultório do médico rindo e pensando: - Agora eu quero ver se este computador funciona mesmo. Heh, heh, heh, heh!!! Ao chegar, o médico pegou a amostra, colocou na máquina e então o resultado demorou um pouquinho mais para sair, cerca de 45 segundos. O médico então leu calmamente: - João da Silva, 34 anos, analista de sistemas, Corno, filha grávida de 3 meses, o carro vai pifar e da próxima vez que bater punheta, bata com o braço esquerdo, porque o direito está com artrite.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
A bicha ascessorista~~~~(piadas)
Era o primeiro dia de serviço da bicha, ascensorista no elevador quando, entra um sujeito com um charuto aceso, e a bicha diz toda delicada: - Escute moço, não é permitido fumar no elevador, eu não posso subir dessa forma! O sujeito responde: - Olha aqui! Não é a primeira vez que eu fumo nesse elevador, e não vai uma "bichinha" que vai me proibir! Entendeu? - Sinto muito, não posso subir dessa forma, com o charuto acesso. - insiste a ascensorista. - Escute aqui, imbecil, se você não subir agora, sabe onde vou enfiar esse charuto? E a bicha responde: - Não adianta me agradar, regulamento é regulamento!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
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